A rampa, o caramelo, o museu.
No primeiro dia, era a mesma solidão de quem entrava novo numa próxima vida desconhecida (melhor fase, será?). Agora é a solidão de quem vai embora pra vida carregado das indizíveis coisas da FAU. Todos os textos, aulas, projetos, frustrações, descobertas, surpresas, ânimos e desânimos. Ideias, vícios, hábitos, opiniões e falta delas. Conhecidos, colegas, professores, funcionários, amigos, amigos e amigos. Certezas, incertezas, todos os tipos de medo, todos os tipos de nostalgia e os tipos mais coloridos de esperança.
Afinal, onde será preenchida esta nova solidão, com novos sorrisos tímidos de começo?
E qual seria a graça de passar por tanta coisa se não fosse pra começar de novo, diferente?
Carregue cada um o que puder desses anos. Tanta arquitetura e amizade quanto couber no coração.
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